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Sessão destaca ciência, tecnologia e inovação em defesa cibernética

09/11/2016 14:10

O relacionamento entre laboratórios acadêmicos, empresas privadas e as Forças Armadas no setor de defesa cibernética deu início à trilha do miniauditório, no Fórum RNP 2016. O capitão de mar e guerra Durval Sanches da Silva, chefe da Divisão de Relações Institucionais do Comando de Defesa Cibernética (ComDCiber), vinculado ao Ministério da Defesa, listou as unidades de pesquisa brasileiras que contribuem para o avanço da segurança no ciberespaço em diversas frentes, como técnicas de criptografia, processamento de alto desempenho e inclusive redes definidas por software.

Segundo o oficial, o ministério também investe em contratações e treinamentos no setor. Ele anunciou a criação da Escola Nacional de Segurança Cibernética, que vai oferecer cursos presenciais e a distância para treinar militares e a sociedade civil nas técnicas de proteção e defesa cibernética. “É importante desenvolver mão de obra qualificada para atuar nesses laboratórios e usá-la para gerar produtos nacionais e confiáveis”, declarou.